Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social
Mês das Mulheres: Serviços da SMADS acolhem e transformam a vida de atendidas

O Dia Internacional da Mulher, celebrado anualmente em 8 de março, lembra a luta por igualdade e o movimento contra o preconceito de gênero. A data reforça o compromisso das mulheres, a importância do seu pertencimento em sociedade, a garantia de direitos e relembra uma série de grandes marcos femininos na história mundial.
Como parte fundamental da inclusão e da garantia de direitos, a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) trabalha diariamente através dos seus serviços na proteção e apoio deste grupo, atuando no suporte emocional e, principalmente, no acolhimento.
Acolhida há apenas dois meses, Gisele Martins, 43 anos, relata como a chegada ao Centro de Acolhimento Especial para Mulheres (CAE) Carolina Maria de Jesus, mudou sua vida. “Eu não sabia como funcionava um serviço de acolhimento, mas hoje sei que esse acolhimento foi necessário. Eu larguei tudo para estar aqui, e foi nesse lugar que encontrei um novo começo”.
Graças ao trabalho constante destes serviços, a rede socioassistencial da cidade de São Paulo já garantiu a saída com total independência para mais de 1.900 mulheres, sendo com a conquista de moradia autônoma, o retorno ao convívio familiar, no alojamento em local de trabalho, nos encaminhamentos para Repúblicas ou moradias provisórias.
Atendidas do CAE Carolina Maria de Jesus recebem atendimento especial no Dia Internacional da Mulher
Yasmin Bispo, 47 anos, está acolhida na rede socioassistencial e conta como os serviços podem transformar a vida de mulheres trans, ajudando na recolocação no mercado de trabalho e destacando o pertencimento em sociedade. “Aqui é um lugar tranquilo, de oportunidades e de acolhimento. Várias pessoas passam pelo processo de entender qual a razão de estar aqui, e por isso esse serviço é importante. É onde nós, mulheres trans, temos a segurança, o respeito e a compreensão”.
“Eu sempre falo para nossas acolhidas que um serviço de políticas públicas é de direito delas, elas merecem ser recebidas com dignidade”, explica Patricia Tavares, gerente do CAE Carolina Maria de Jesus. “Somos mulheres e estamos aqui para acolher e incentivá-las. Eu estou aqui para mudar a vida delas, e elas a minha, pois o que me difere delas é apenas uma mesa”.
Rede Socioassistencial
A rede de acolhimento conta com 38 serviços para mulheres, distribuídos entre: Centro De Acolhida Para Mulheres em Situação de Violência (CAMVV); Centro De Acolhida Especial Mulheres (CAE Mulheres); Centro De Acolhida Especial Mulheres Trans; Centro De Acolhida Especial Gestantes Mães e Bebês; República Para Jovens e República Para Adultos.
Ao todo, esses serviços ofertam 1.791 vagas de acolhimento. Todos trabalham diariamente para garantir os direitos, o crescimento pessoal e profissional até a conquista de autonomia.
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